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sexta-feira, 29 de maio de 2009

From a Shell

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Cowboys from Hawaii

Nothing Compares 2 U in Hawaiian

terça-feira, 26 de maio de 2009

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Era uma vez um Perú Onírico à la Chef




O senhor é parvo
parvo é o senhor
Senhor dos passos
Paços do Concelho
Conselho de Guerra
Guerra Junqueiro
Junqueiro Junco
Junco Alcântara
Alcântara Mar
Mar da China
China Xangai
Xian-Kai-Xeq
xeque-mate
Mate quem
mate o senhor
o senhor é parvo
parvo é o senhor

A Receita

Duas colherzinhas de concentrado de estupidez dissolvidas em água bem fervida, logo pela manhã, darão cabo de qualquer possível e eventual sucesso.

Cura constipações, alergias, bom senso e alguns planos prometedores.

O que é que se passa com a distribuição dos filmes do Michel Gondry em Portugal?

domingo, 24 de maio de 2009

Cannes 2009: Curta metragem portuguesa ganha Palma de Ouro

""Arena", curta-metragem de João Salaviza, conquistou a Palma de Ouro em Cannes , algo nunca antes conseguido por um filme português."












Expresso

Depois de no festival de Veneza a única referência ao cinema português ter sido o 100º aniversário de Manoel de Oliveira, este prémio é uma lufadazinha de ar fresco.
Aguardo para ver.

Vai um peixinho?

sexta-feira, 22 de maio de 2009

João Bénard da Costa

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Devia Começar Pelo Fim

Esta não é uma história sobre duas mentes cínicas com corpos perfeitos. Não. Não é uma história sobre o bonito, ou sobre o bonito que se finge feio, ou sobre o bonito que finge que gosta do feio ou sobre o feio que só olha o bonito. Não. Não é uma história sobre o banal ou o superficial, mas é uma história simples. É uma história cheia de complexos e complexidades, mas simples por não ser cega. É uma história sobre cenários improváveis, mas possíveis. Ou talvez não. Talvez irrealistas. Mas são irrealistas apenas porque todos somos cegos. Esta história fala sobre tudo o que nos afasta, tudo o que abominamos, tudo o que desprezamos em alguém e em nós. Esta história fala sobre defeitos, características, as mais belas idiossincrasias, os tiques mais irritantes e insuportáveis, sobre diferenças e semelhanças. Fala sobre gordura, pneus, flacidez, pêlos, assimetrias, frigidez, impotência, medos, obsessões, vergonhas, enfim, sobre todo o tipo de incompatibilidades. Fala sobre amor e falta de amor…fala sobre o que não é o amor e fala sobre o que este deveria ser.
Esta história fala sobre duas mentes que se sentem atraídas por todas estas características uma da outra. Por tudo aquilo que é insuportável para toda a gente. Pelo pneu a mais ou o pêlo fora do sítio, pelo nariz grande ou a pele flácida. Por tudo aquilo que os torna distintos, genuínos, característicos, iguais a si próprios. Pelos ataques de loucura de cada um, pelos actos irracionais, mas, também, pelo respeito e pela compreensão mútua existentes.
Esta é uma história sobre tudo o que temos vergonha de admitir, sobre tudo o que não queremos ouvir, sobre tudo o que nos custa saber, sobre os nossos erros e fraquezas.
Mas é, essencialmente, uma história sobre tudo o que gostaríamos que existisse para nós.

Debaixo da língua

Quero falar sobre o outro, de quem não me lembro o nome, que me disse qualquer coisa, que eu não me recordo, sobre alguma coisa a ver com falhas de memória...
Se bem me lembro, isto passou-se há coisa de dois, quinze dias, na praia....ou não? Não, foi no Chiado. Mas o que é que ele disse mesmo? Já não sei...mas sei que teve muita piada! Nunca mais me esqueço! Ri-me como nunca antes me tinha rido...Ah ah... Lembro-me como se tivesse sido ontem...

A Solução Para Todos Os Homens - A Teoria de Constantino

"(...) Se colocardes a mulher debaixo da máquina pneumática para evaporá-la, procedereis mal e a operação nunca será divertida; mas se lhe insuflardes ar suficiente para que ela adquira proporções sobrenaturais, até atingir a idealidade toda de que uma donzela de dezasseis anos se imagine capaz, então haveis de ter o prólogo de uma representação altamente recreativa.
(...)Graças à minha teoria ela será para nós inofensiva e agradável.(...)"

In "O Banquete", Sören Kierkegaard

terça-feira, 19 de maio de 2009

Por aqui a vida corre bem, e por aí?

Caro candidato/a

O Cineclube Espalhafitas vem por este meio informar que não foi seleccionado/a para o estágio profissional em Cinema Documental.
Agradecemos o seu interesse e disponibilidade. Com os nossos melhores cumprimentos,

XXXX XXXXX

espalhafitas

Um dia

Vou criar uma banda de Heavy Metal/Hard rock Cristão, que se vai chamar AC/DC.

"Emotional Cutter"

O vício de pôr o dedo na ferida e a língua na afta.

"Little boxes on the hillside, Little boxes made of tickytacky
Little boxes on the hillside, little boxes all the same
There's a green one and a pink one and a blue one and a yellow one
And they're all made out of ticky tacky and they all look just the same.

And the people in the houses all went to the university
Where they were put in boxes and they came out all the same,
And there's doctors and lawyers, and business executives
And they're all made out of ticky tacky and they all look just the same.

And they all play on the golf course and drink their martinis dry,
And they all have pretty children and the children go to school
And the children go to summer camp and then to the university
Where they are put in boxes and they come out all the same.

And the boys go into business and marry and raise a family
In boxes made of ticky tacky and they all look just the same.
There's a pink one and a green one and a blue one and a yellow one
And they're all made out of ticky tacky and they all look just the same."

MALVINA REYNOLDS, LITTLE BOXES

domingo, 17 de maio de 2009

Fever In The Morning, Fever All Through The Night

O que é que foi aquilo?

Há uns meses atrás presenciei um fenómeno um tanto ou quanto curioso, nunca antes visto por aqui. Um bando de libelinhas/libélulas/helicópteros (como vocês preferirem) em migração, fenómeno este que ainda durou algumas horas.
Eram centenas, milhares e milhões e dirigiam-se, mais ou menos, ao norte de Lisboa. Sobrevoaram a uns poucos centímetros da minha janela e iam bem apressadas, como se de alguma coisa fugissem.
Ao fim de umas horas ainda se viam duas ou três libelinhas desorientadas, perdidas do grupo, à procura do caminho. Ainda lhes fiz sinal, tentei dizer-lhes para onde era o caminho, cheguei a perguntar de onde vinham e para onde iam mas, aparentemente, não falamos a mesma linguagem.

Aqui vão umas fotos que o comprovam, apesar de não serem um bom exemplo do que se passou, cedidas por alguém que, também, presenciou a coisa: Marta The Martian. Clickem nas imagens..










































Que se foda com f maiúsculo

A refestelar ao sol que nem um cão, no sofá de comando na mão.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Relembrando as Bonecas Russas



Já agora..bom videoclip!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Ahhhhhhhhh :)



You put poison in my soup, you put devils in my dreams

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Realismo amoroso. Feliz dia dos encalhados (ligeiramente atrasado)!


quinta-feira, 7 de maio de 2009

InbFlat

http://www.inbflat.net/

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Sufjan Stevens - Redford (For Yia Yia & Pappou) do álbum Michigan

terça-feira, 5 de maio de 2009

Louva-a-deus ao ataque

Queria escrever sobre relações humanas de foro amoroso, mais especificamente sobre o elemento da relação de sexo masculino, mas depois de tanto pensar, e de perceber que pouco há a dizer sobre esse ser básico (ou complexo, depende da perspectiva), posso apenas dizer que vou enfiar tudo num saco, prendê-lo a uma âncora e atirá-lo para o fundo do mar, decididamente, com todo o género masculino atrás.
Mas não antes de clonar uns vários tipos, fazer-lhes umas lobotomias, para deixar algumas mulheres felizes. Afinal de contas, se a motivação masculina está realmente apenas entre as pernas, os miolitos não lhes vão fazer muita falta, e assim responderão apenas à única coisa que realmente sabem fazer: sexo.
Acaba-se logo com quaisquer conflitos, preconceitos e regras que dão dor de cabeça a tanta gente.
Decidi, também, dar largas ao meu lado sociopata e pôr em prática um estudo sobre o bicho em questão.
Já desisti de qualquer tentativa de envolvimento com o género, a um nível um bocadinho mais alto. Já desisti sequer de tentar perceber. Acho que me dei, finalmente, por derrotada depois de ter caído que nem um patinho na cantiga do bandido vezes e vezes sem conta (estes patos devem ser realmente idiotas).
Mas tenho umas poucas coisas a dizer, caso haja alguma futura interacção, para que não se antecipem determinados preconceitos bastante comuns neste tipo de relações:
Não me quero casar convosco
Não quero ter dos vossos filhos
Não vos quero apresentar à família
Não quero qualquer tipo de compromisso ou definição da coisa
Muito menos quero que me passem atestados de estupidez ou que façam insultos à minha inteligência.
Tudo o que quero é apenas companhia e alguma conversa de vez em quando, sem grandes floreados ou pressões. Mas isso é ser irrealista.
Começo a perguntar-me se realmente existe um homem capaz de alguma honestidade logo à partida.
Não me parece. Para já, a ideia do acasalamento dos Louva-a-deus parece-me bem.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Espécie de Ode à Meia Branca

Meia branca, meia branca
Meia branca de raquete
Injustiçada durante anos
Ameaçada por um cassetete

Meia branca, meia branca
Meia branca de raquete
Hás-de chegar ao pé do povo
Ou comerei eu um croquete

Meia branca, meia branca
Meia branca de raquete
Hás-de andar por toda a rua
Ou não serás tu uma soquete

Meia branca, meia branca
Meia branca no chinelo
Faça chuva ou faça sol
Em toda a gente, em todo o caramelo

Depois de reler alguns posts...

Cheguei à conclusão que andei um ano a olhar para o vazio e que sei muito pouco sobre muitas coisas que sei.
Por outro lado, sinto que me falta alguma inspiração. Talvez ande a pensar pouco sobre as coisas, ou talvez ande a pensar demasiado. O que é certo é que não tem havido muito que escrever.
Alguém me aconselhou a andar com um bloco de notas atrás, durante o dia, para ir apontando todas as ideias que tiver, mesmo as mais estapafúrdias.
Portanto, assim o farei. A partir de agora andarei sempre com um bloco de notas atrás. Do quarto para a sala, da sala para a casa-de-banho, da casa-de-banho para a cozinha, da cozinha para a sala, da sala para o quarto, do quarto para a casa-de-banho e da casa-de-banho para o quarto, mas não antes de uma passagem rápida pela cozinha outra vez.

Arrebenta a bolha!

Não quero brincar mais.
O jogo perdeu a piada. Nem sei se alguma vez teve piada. Mas já contei até 100 encostada a uma árvore demasiadas vezes e...
Está a ficar escuro e tarde e eu tenho que ir para casa.

Talvez um jogo de tabuleiro, num tête-à-tête, seja um desafio maior.

Alguém?

domingo, 3 de maio de 2009

Kutiman

Este blog tem vontade de usar meias brancas com raquetes só porque são socialmente inaceitáveis