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quinta-feira, 22 de maio de 2008

Auto-Ritratto

video

ZEITGEIST

Se quiserem ver com legendas vão a Zeitgeist - the movie

sexta-feira, 16 de maio de 2008

de MORRER a rir

terça-feira, 13 de maio de 2008

3 em 1

Faz hoje 8 anos que fiquei sem um bocado.

sábado, 10 de maio de 2008

Deus Ex Machina

(Banda sonora - 9ª Sinfonia de Beethoven)
Aquele semelhante a Deus é um jovem empresário. Está deitado na sua cama, quando vê uma luz branca, extremamente intensa, e um vulto debruçado sobre si.
Aquele semelhante a Deus acorda e olha à sua volta. Está sozinho no seu apartamento de luxo, um loft espaçoso, minimalista, de cores sóbrias e bastante luminoso.
Pouco se vê naquele espaço para além de uma secretária metodicamente arrumada, apenas com um candeeiro, alguns livros, uma cafeteira e um jornal.
Aquele semelhante a Deus prepara-se para mais um dia de trabalho, serve-se de um café, já que mal consegue manter os olhos abertos, enquanto folheia o jornal.
(Banda Sonora - Les Champs Élysées, Joe Dassin)
Inicia o seu caminho habitual para o emprego, com toda a calma. Passa por um homem de aspecto lunático e de pijama que lhe diz "Bom dia", ao qual ele responde com um aceno automático sem interromper o seu percurso. Ao virar a esquina, entra numa rua bastante movimentada na qual vai tentando abrir caminho entre vários encontrões e tropeções. Nunca antes se deparou com tamanho caos. Ao continuar o seu caminho, volta a cruzar-se com o mesmo homem lunático de pijama que mais uma vez o cumprimenta com um "Bom dia". No momento em que levanta a mão para um novo aceno é invadido por uma sensação de déjà vu e apercebe-se que por ali já havia passado. Aquele semelhante a Deus pára para olhar à sua volta. Surpreende-se ao constatar que a cidade tinha encolhido para o tamanho de uma ilha das dimensões do Ilhéu das Rolas. O caos que esta cidade enfrenta é que, apesar da cidade ter encolhido, o seu número de habitantes continua o mesmo. Neste momento, toda a população daquela cidade vê-se obrigada a viver "ao molho".
(Banda sonora - Future Markets, Jonny Greenwood)
Sentindo-se confuso perante esta situação e, extremamente, incomodado pela multidão de gente que quase o sufoca, aquele semelhante a Deus entra no primeiro café que encontra, tentando fugir a este caos.
Já dentro do café, que não se encontra menos caótico que a rua, procura uma mesa a que se vê obrigado a partilhar com dois outros senhores que, apesar de muito apertados, se mantêm concentrados num jogo de dóminó.
Inquieto, faz-lhes algumas perguntas na tentativa de obter um esclarecimento para o que acaba de presenciar. Estes, olham-no com um ar surpreso de quem não tem a mais pequena noção do que ele está a falar. Aquele semelhante a Deus desiste de qualquer tipo de comunicação, por não se fazer compreender, e sai do café.
Novamente na rua, aquele semelhante a Deus começa a abrir caminho, desenfreadamente, por entre aquele mar de gente. Consegue avançar alguns metros mas vê-se obrigado a parar quando se depara com um grande e alto muro branco. Estupefacto, percebe que este envolve toda a cidade.
(Banda sonora - Silence, Portishead)
Num acto de desespero, tenta a todo o custo trepar o muro para, finalmente, se libertar daquele caos. Nisto, é brusca e repentinamente agarrado por dois homens, vestidos de branco, que o impedem de alcançar o topo. Baralhado e irritado, debate-se com unhas e dentes para se libertar daqueles dois sujeitos com ar de carrasco. Já exausto de tanto se debater dá-se por vencido e, ao voltar costas ao muro, cai em si e apercebe-se que a realidade que o rodeia é outra. Afinal não se encontra numa cidade encolhida, mas sim no pátio de um grande edifício, onde existem apenas algumas pessoas e não a multidão claustrofóbica que antes vira.
Enquanto é transportado pelos dois carrascos, no caminho volta a passar pelos dois senhores do café, que continuam a jogar dóminó, e, mais à frente, pelo lunático de pijama que, mais uma vez, lhe diz bom dia.
Chegado o fim desta tortuosa viagem, aquele semelhante a Deus vê-se prisioneiro numa cama de um quarto, em que tudo se assemelha áquele que julgava seu.
Alguém se aproxima e se debruça sobre aquele semelhante a Deus para lhe dar uma injecção. Este começa a sentir-se ensonado, enquanto a luz do tecto lhe parece cada vez mais intensa.
Aquele semelhante a Deus adormece.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

G force

"A força-g está totalmente ligada a vibração e a ressonância dos tecidos dos organismos. Quando se alcança uma alta força-g, a vibração e a ressonância chegam a tal grau que certos órgãos podem chegar ao ponto extremo de “explodirem”, levando a morte imediata da pessoa. Existe um coeficiente chamado de tolerância-g, que é um coeficiente que calcula a força-g tolerável para o ser humano. Dependendo do grau de inclinação do móvel, é possível treinar. Quanto mais perto vai chegando do limite da tolerância-g, as chances da pessoa apresentar problemas cardiovasculares aumentam drasticamente.

A tolerância humana depende da magnitude da força-g, dependendo da duração, da intensidade e do local onde é aplicada essa força. O corpo humano é flexível e deformável, como ocorre quando uma pessoa recebe um tapa no rosto.

Um aeronave pode obter dois tipos de força-g: a força-g vertical e força-g horizontal. A força-g vertical acontece quando a aeronave sobe totalmente em posição ereta, tanto subindo quanto descendo. Isto causa uma variação significativa na pressão sanguínea ao longo do corpo, o qual só tolera um certo limite. Caso esse limite seja ultrapassado, irá acontecer a perda de consciência. Uma pessoa normal agüenta cerca de uma aceleração de 5 g (ou 50m/s²), ocorrendo o enrijecimento dos músculos devido a força que o sangue exerce na volta do cérebro. Os atuais pilotos, principalmente os de caças supersônicos, são capazes de agüentar uma aceleração de 9 g (90 m/s²) por um período de tempo maior da de uma pessoa normal.

Existe um outro tipo de influencia da força-g, chamada de força negativa, isto ocorre quando há uma queda brusca da pressão sanguínea enviada ao cérebro. O limite permissível é entre -2 g a -3 g (-20 m/s² a -30 m/s²). Quando se chega a esse nível, os capilares dos olhos incham ou explodem deixando a visão toda vermelha. Um humano pode sobreviver a uma aceleração de 20 a 40 g por um pequeníssimo espaço de tempo. Uma aceleração de 15 g por mais de 1 minuto pode acarretar a morte do piloto. Qualquer exposição a 100 g ou mais, poderá ser mortal.

O corpo humano é consideravelmente mais apto a sobreviver a forças-g perpendiculares do que em posições eretas. Em geral, quando a aceleração puxa o corpo para trás, uma alta tolerância é perceptível, por outro lado, quando a aceleração puxa o corpo para frente, o vasos sanguíneos e a retina apresentam maior sensibilidade. Experimentos recentes indicaram que humanos não treinados conseguiam tolerar uma aceleração de 17 g é impulsionada para trás, comparada aos 12 g quando impulsionada para frente por alguns minutos sem perder a consciência ou apresentar um alto aquecimento interno.

O recorde mundial de resistência a força-g foi obtido pelo coronel da Força Aérea Americana, John Stapp, em 1954 quando alcançou a aceleração de 46,2 g."

In Wikipedia brasileiro!




quinta-feira, 8 de maio de 2008

Come Home...

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Hoje estou numa de Otis Redding

Que tal esta, Ostras?;)
Bem..a intenção está na música e não no vídeo!

Finalmente

terça-feira, 6 de maio de 2008

Caramelo Doce Pegajoso que Se Cola aos Dentes...



It won't do
to dream of caramel,
to think of cinnamon
and long for you.

It won't do
to stir a deep desire,
to fan a hidden fire
that can never burn true.

I know your name,
I know your skin,
I know the way
these things begin;

But I don't know
how I would live with myself,
what I'd forgive of myself
if you don't go.

So goodbye,
sweet appetite,
no single bite
could satisfy...

I know your name,
I know your skin,
I know the way
these things begin;

But I don't know
what I would give of myself,
how I would live with myself
if you don't go.

It won't do
to dream of caramel,
to think of cinnamon
and long
for you.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Passa-tempos

Olhar para o boneco
Falar para paredes
Falar para robots com respostas já predefinidas
Olhar para o tecto
Ver televisão
Ligar o computador, desligar o computador.

Vou cortar o cabelo.

domingo, 4 de maio de 2008

Ver o Blade Runner no cinema é uma experiência!



- Quite an experience to live in fear is'nt it?
- That's what it is to be a slave.

"I've seen things, you people wouldn't believe,
attack ships on fire off the shoulder of Orion.
I've watched C Beams glitter in the dark near the Tannhauser Gate.
All those moments, will be lost in time like tears in rain..."
"time to die."

- You've done a man's job, sir. I guess you're through, huh?
- Finished.
- It's too bad she won't live! But the again who does?

Acho que não há filme de ficção científica mais poético que o Blade Runner...

Sempre adorei o Rutger Hauer...ahhhhh que actor! Claro que do Harry nem se fala....mas o Rutger Hauer tem um cantinho especial...

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Após várias tentativas, percebi....

Estou com o back focus desalinhado.