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quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Isto é aquilo q eu gostava de não saber

Todos as manhãs a mulher acorda com o despertador a desejar mais 5 minutos de sono - ou de sonho - e, a muito custo, salta para a banheira com a esperança que isso a faça despertar.
Todas as manhãs o ritual é o mesmo, de tal forma que ela sabe os minutos exactos que precisa para cada coisa, o que faz com que, salvo raras excepções, saia sempre de casa exactamente à mesma hora.
A ambição não é nula, mas faz questão de ficar escondida lá no fundo, mas a motivação que tem está bem presente...Todos os dias traz uma prenda para casa, seja em que suporte for, seja ela concreta ou abstracta. Ela sabe que pode contar com isso todos os dias. Essas prendas fazem-na sentir-se especial, única, vulnerável, confortável, segura, mas essencialmente muito especial. Nunca antes tinha sentido tal coisa. Até há pouco tempo, era tudo preto no branco, e agora aos poucos, tem vindo a incluir na gama alguns tons de cinzento, para surpresa dela.
Quando chega a casa a primeira atenção que dá é à prenda e, por vezes, chega mesmo a esquecer-se de dormir.
Um dia, de manhã, deixa-se dormir, tal como, eventualmente, iria acabar por acontecer.
Tudo nessa manhã muda, pois a noção de minutos a que estava habituada para cada coisa deixa de fazer sentido. Nem ela se preparou para uma situação destas. De tal modo, que acaba por sair de casa de pantufas e sem ter posto desodorizante, e mesmo já estando atrasada, consegue perder o transporte para o trabalho.
Nesse dia tudo corre mal: imprevistos atrás de imprevistos que a deixam desolada, triste e a cheirar mal, mas, ainda assim, vai-se reconfortanto em saber que há sempre o tal elemento com que pode contar ao fim do dia, as prendas nunca a deixam ficar mal.
Mas não. Por ter chegado tarde nesse dia, viu coisas que nunca pensou ver, viu o mundo como sempre o tinha visto antes, viu aquilo que sempre preferiu não ver. Por ter chegado tarde, apanhou o momento em que aquelas prendas que lhe eram oferecidas com tanto agrado e que a faziam sentir-se tão especial, eram oferecidas igualmente a todas as pessoas, que habitualmente a rodeiam no dia-a-dia, sem ela saber.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Isto é liberdade

O melhor conforto que posso sentir é saber que não preciso de ninguém.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007


Hold onto love that is what I do now that I've found you.

And from above everything's stinking, they're not around you.

And in the night, I could be helpless, I could be lonely, sleeping without you.

And in the day, everything's complex,

There's nothing simple, when I'm not around you.

But I'll miss you when you're gone, that is what I do. Hey, baby!

And it's going to carry on, that is what I do. Hey, baby...

Hold onto my hands, I feel I'm sinking, sinking without you.

And to my mind, everything's stinking, stinking without you.

And in the night, I could be helpless, I could be lonely, sleeping without you.

And in the day, everything's complex,

There's nothing simple, when I'm not around you.

But I'll miss you when you're gone, that is what I do. Hey, baby!

And it's going to carry on, that is what I do. hey, baby...

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Pequenos faits-divers parte - 1

De há 3 semanas para cá tenho presenciado acontecimentos deveras interessantes, outros nem tanto, ou pelo menos interessantes não são de certeza..apenas estranhos. De tempos em tempos irei publicá-los aqui mesmo, para que o possa partilhar convosco.
Portanto aqui vai o primeiro:

- Conheci alguém que se deu ao trabalho de, durante umas horas, arranjar e cortar brócolos, para fazer deles uma paisagem alentejana, com chaparro e arbustos...Porque não tinha mais nada para fazer.

A impotência

Não o quero dizer a ninguém. Quero dizer-to a ti.

domingo, 4 de novembro de 2007

Um dia

gostava de conhecer o Pedro Ramos.

Olá. Neste momento não estou disponível, por favor deixe mensagem a seguir ao sinal. Bip.