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terça-feira, 30 de outubro de 2007

Beber para Esquecer..














E a partir de amanhã não penso mais nisso...

domingo, 28 de outubro de 2007

fear

we want the simple way, to make it easier to bear

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Agora que já acertei as horas de sono...

...posso escrever posts a horas decentes!
Nova vida! Novo estágio...agora é que é!
Sempre a correr dum lado para o outro atrás da Produtora...
Ainda não percebi se está a correr bem ou não, mas acho que sim..
Não sou só o seu braço direito, como também já lhe dou voz!

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Por hoje é tudo...

até amanhã

Broken Social Scene

Vai chegar o dia em que tudo vai mudar.

JB

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Para sobreviver tens que aprender

"- Está abatido..
- Quem é que lhe bateu?
- Não não. Está deprimido...
- Ah.Hey. Que bicho te mordeu?
- Nenhum! Ele está no topo da cadeia alimentar!!
...
- Atira as costas para trás do passado.
- Não não não. Amador! Está calado e cala-te!
É: tens que atirar o passado para trás das costas.
Coisas más acontecem e ninguém pode fazer nada para as evitar, não é?
- É...
- Não! Quando o mundo te vira as costas, tu viras as tuas costas ao mundo."

sábado, 20 de outubro de 2007

Fica sempre o bichinho

Já tinha saudades do DocLisboa. Este ano é para a vingança...

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Não

Não enquanto se construirem armas nucleares ditas para fins pacíficos. Não entendo como é que uma arma nuclear pode ter fins pacíficos.
Não se daqui por dez anos armas nucleares vão andar pelas mãos de grupos terroristas.
Não enquanto não voltar a ser seguro uma criança brincar na rua durante horas, tal como eu o podia fazer.
Não enquanto as pessoas não perceberem que realmente importa separar o lixo em casa para depois poder ser reciclado.
Não enquanto as pessoas não perceberem que o aquecimento global está mais perto de acontecer do que julgam, por nossa culpa.
Não enquanto não perceberem que os recursos naturais da Terra estão a acabar por causa do aquecimento global.
Não enquanto acharem que é normal o calor em Janeiro e neve em Lisboa.
Não enquanto o nosso bem essencial continuar a ser pago. A água é uma necessidade física.
Não enquanto as prioridades gerais continuarem trocadas.
Não enquanto uma pessoa na população mundial comprar porsches todos os dias, e outra dividir grãos de arroz para cada dia da semana.
Não enquanto existirem mentalidades capazes de ignorar uma morte a acontecer à sua frente.
Não se continuam cegamente a pôr crianças no mundo, ao mesmo tempo que destroem o espaço onde elas vão viver.
Não enquanto for apenas para seu próprio prazer.
Não enquanto a maioria souber de tudo isto e simplesmente não quiser saber.
Não enquanto não deixar de perder horas de sono a pensar obsessivamente.
Menos carros, mais alternativas, mais segurança, água livre, vacinas grátis, mais oportunidades.

Isto vindo de uma pessoa baixa..

Quem é que estabeleceu a convenção de que os saltos altos são para as mulheres?
Antes de mais:
Sim eu sei que, regra geral as mulheres, fisionomicamente falando, são mais baixas.
Sim, eu sei que há por aí alguns homens que usam sapatos de salto alto, mas são sapatos de mulher.
Mas há por aí tanto homem baixo, porque não fazer sapatos de salto alto para eles também?
Sim, há a questão da beleza do pé de uma mulher num sapato de salto alto mas, um pé descalço é igualmente ou mais bonito.
Confesso que acho bonito, mas não me ajeito com aquilo. Não entendo a finalidade de andar 8 ou mais horas por dia em biquinhos dos pés. Se isso realmente tivesse lógica, teria continuado no Ballet.

Enlightened

Hoje tive uma epifania.
Amanhã volto ao DocLisboa.
"encontrei a última peça do quebra-cabeças e agora consigo ver a imagem completa.
O termo é aplicado quando um pensamento inspirado e iluminante acontece, que parece ser divino em natureza."

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

A Preocupação do Pai de Família

"Há quem diga que a palavra Odradek é de origem eslava, e procura-se então, com base nisso, demonstrar a formação da palavra. Outros, porém, acham que ela vem do alemão, e que o elemento eslavo é apenas uma influência. Mas é evidente que a insegurança das duas explicações nos permite concluir que nenhuma delas é correcta, até porque nenhuma permite encontrar o sentido da palavra.
Naturalmente que ninguém ia perder o seu tempo com tais estudos, se não existisse realmente um ser com o nome de Odradek. À primeira vista, parece uma bobina de fio, chata e em forma de estrela, e de facto há uma espécie de fios que o cobrem; certamente pedaços de fio de vários tipos e cores, esgarçados, velhos, atados e também todos enleados uns nos outros. Mas não se trata apenas de uma bobina, porque do meio da estrela sai um pauzinho transversal, ao qual se junta outro, em ângulo recto. Com a ajuda deste último pauzinho e de uma das pontas da estrela, a coisa é capaz de se pôr de pé, como se tivesse duas pernas.
Seria natural pensar-se que esta figura terá tido em tempos uma qualquer forma funcional, e que agora está apenas partida. Mas esta hipótese não parece ter muito fundamento, pelo menos, não há sinais disso; não existem zonas quebradas ou com eventuais membros a nascer, que nos pudesse confirmar tal hipótese; a coisa parece não ter finalidade no seu conjunto, mas ser, à sua maneira, completa. Mas, de facto, não é possível dizer nada de mais concreto, visto que Odradek é extraordinariamente ágil e ninguém consegue apanhá-lo.
Anda pelo sótão ou pelas escadas, pelos corredores, no vestíbulo. Por vezes passam-se meses sem que ninguém o veja; provavelmente mudou-se para outras casas; mas acaba infalivelmente por voltar à nossa casa. Às vezes, quando saímos e ele, por acaso, está encostado ao corrimão aos pés da escada, bem gostaríamos de lhe dirigir a palavra. É claro que não lhe fazemos perguntas difíceis, mas tratamo-lo - até pelo seu tamanho minúsculo - como a uma criança. «Como é que te chamas?», perguntamos-lhe. «Odradek.», responde ele. «E onde é que moras?» «Domicílio incerto», diz, rindo; mas é apenas um riso como de alguém que não tivesse pulmões. Ouve-se como o restolhar das folhas caídas. E com isto geralmente a conversa chega ao fim. Aliás, até estas respostas nem sempre vêem; muitas vezes fica durante muito tempo calado, como a madeira de que parece ser feito.
É em vão que pergunto a mim mesmo qual será o seu destino. Será que pode morrer? Tudo o que morre teve antes qualquer espécie de objectivo, qualquer forma de actividade, e com isso se foi desgastando; mas isto não se aplica a Odradek. Será que ele um dia ainda vai rebolar escada abaixo com aqueles fios atrás de si, até aos pés dos meus filhos e netos? É óbvio que não faz mal a ninguém; mas a simples ideia de que ele possa sobreviver-me é para mim quase dolorosa."

In Parábolas e Fragmentos, Franz Kafka

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Conversa de café

Se gritares durante 8 anos, 7 meses e 6 dias, a energia libertada é igual à necessária para aquecer uma chávena de café.

Surpresa!

Hoje, quando cheguei a casa, tinha uma prenda em cima da almofada.

Obrigada!

CINEFILIA - Grindhouse-Planet Terror

"No more dead bodies for daddy tonight"












Como cinéfila que sou, tinha que fazer referência a este filme. Confesso que fechei os olhos algumas vezes e soltei uns "blarghs" pelo meio, e por isso mesmo, sim, vale a pena.
Não é um género de filme para qualquer pessoa, mas quando se gosta, gosta-se mesmo.
Esta imagem é sem dúvida o melhor plano do filme.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

duas palavras só

Diz que é como os cães

Enquanto tiver comida no prato, não há-de passar fome..

domingo, 14 de outubro de 2007

Mais uma noite no Santiago Alquimista

Desta vez com os Million Dollar Lips. Sexy.
Aqui ficam com Single Round

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Pensamento do dia

Seria o mundo mais pacífico se, em vez de cantarmos as músicas das claques até nos cafés, cantássemos o Frère Jacques em modo menor nos estádios?

O Molusco sai à rua...

Vais-te embora molusco, não me deixes aqui.
Vais sair do teu sítio.
Vais vaguear pelas ruas da cidade, de trouxa às costas.
O que será de ti?
É o fim do Molusco.
É o fim do teu sítio, e é o fim do meu também.

O sítio vai ficar sem cefalópode, e o cefalópode vai ficar sem sítio.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

A waltz for a Night

O Sítio do Cefalópode


Os Cefalópodes (Cephalopoda, que significa "pés-na-cabeça") são a classe de moluscos marinhos a que pertencem os polvos, as lulas e os chocos.










Este pequeno sítio é confortável e acolhedor.
Este pequeno sítio tem boa música.
Este pequeno sítio tem grupos de pessoas que comunicam entre si.
Este pequeno sítio parece uma festa caseira.
Este pequeno sítio tem jogos para se jogar.
Este pequeno sítio tem fila para a casa-de-banho.
Este pequeno sítio tem eventos todos os meses.
Este pequeno sítio fica no coração da cidade.
Este pequeno sítio é o Sítio do Cefalópode.

Cremaster

Nós e o Universo o Universo e Nós

Se o universo se está a expandir é porque não é infinito.
Se não é infinito, é porque alguma coisa está para além do universo. Mas para o universo se expandir, esse além não pode ser matéria, tem que ser espaço. Se é um espaço vazio, então não é nada. Ou melhor dizendo...é nada? o nada torna-se em algo de concreto? O nada afinal é alguma coisa.
Se o universo realmente for infinito, toda a nossa noção de tempo e espaço, princípio e fim perdem o seu significado.
Se o universo realmente for infinito, cada um de nós é apenas um pontinho microscópico numa cidade, dentro dum distrito de uma região, de um país que, como tantos outros países pertence a um continente, que tal como outros 4 continentes pertence a um planeta em que 75% dele é água, planeta esse que como outros 8 planetas( ah! não..é verdade, plutão já foi excluído, portanto 7 planetas) pertence a um sistema solar, que por sua vez pertence a uma galáxia, pequena galáxia essa num conjunto de tantas outras galáxias que pouco ou nada são num universo tão vasto e infinito, como poderá ser.

O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo respondeu ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem.

1 hora no trânsito a caminho do trabalho passa a correr.
1 hora no trânsito para casa parece uma eternidade.
5 minutos de desconto num jogo de futebol passam a correr.
5 minutos de espera antes da banda entrar em palco parece uma eternidade.
2 horas de um bom filme passam a correr.
3 minutos na fila para a casa-de-banho parece uma eternidade.
20 minutos de boa conversa passam a correr.
20 segundos num desastre aéreo parece uma eternidade.
1 minuto debaixo de água parece muito.
Uma vida inteira parece sempre pouco.

(quanto mais tempo perco a pensar em tempo, mais tempo penso em como soa estranho a palavra tempo.)